GOLFE PODE INTEGRAR PROGRAMA DOS JOGOS OLÍMPICOS DE 2016
Em expansão como modalidade de turismo pelo Brasil, o golfe está mais próximo de ganhar um novo impulso no país como prática desportiva. O Comitê Olímpico Internacional (COI) recomendou em meados deste mês de agosto que o golfe passe a fazer parte das Olimpíadas em 2016. A decisão foi tomada após reunião que aconteceu em Berlim, na Alemanha. Além do golfe, os executivos da entidade também recomendaram o retorno do rúgbi aos Jogos.
Caso a decisão seja confirmada, o palco para a volta das disputas de golfe em Olimpíadas pode ser justamente o Rio de Janeiro. A cidade concorre, ao lado de Tóquio, Madri e Chicago, pela honra de receber os Jogos de 2016. A decisão da sede do evento será no dia 2 de outubro, em Copenhague, na Dinamarca, durante a 121ª Sessão do COI. Entre outras autoridades, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva estará presente ao evento.
Os dois novos esportes foram escolhidos entre outros concorrentes como beisebol, softbol, squash, karatê e patinação. A decisão final sobre a inclusão das modalidades no programa olímpico acontecerá poucos dias depois do anúncio da cidade sede: está programada para o dia 9 de outubro.
Mas ainda não está definido como acontecerá a votação. A inclusão dos dois esportes nos Jogos Olímpicos pode ser votada em bloco ou separadamente, aprovando ou rejeitando ambos ou apenas um deles. A proposta do golfe em retornar aos Jogos Olímpicos foi apresentada em junho, ao lado de outras sete modalidades esportivas.
A última vez que o golfe fez parte dos Jogos Olímpicos foi em 1904, nas Olimpíadas de Saint Louis, nos EUA. Caso a modalidade seja aceita pelo COI em outubro, a disputa prevê uma jornada de 72 buracos, com participação de homens e mulheres, e 60 competidores por cada campo. Os 15 melhores do mundo teriam classificação automática.
(Com informações da Confederação Brasileira de Golfe)