Home
  Estatísticas e Indicadores - Brasil
  Estatísticas e Indicadores Turismo Mundial
  Anuário EMBRATUR
  Demanda Turística
  Boletim de Desempenho Econômico do Turismo
  Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo
  Sondagem do Consumidor - Intenção de Viagem
  Revista Acadêmica do Observatório de Inovação do Turismo
  Meios de Hospedagem – Estrutura de Consumo e Impacto na Economia
  Estudos e Pesquisas - IBGE
  Carta de Conjuntura
  Prêmio MTur - FGV
  Observatório de Turismo Embratur - FGV
  Dissertações e Teses
  Instituições de Ensino
  Entidades do Setor Nacionais e Internacionais
  Publicações
  Fontes Estatísticas
  Glossário do Turismo
  Downloads
  FAQ – Perguntas Mais Freqüentes
 
Glossário de Turismo
Busca Avançada
VÁRZEA
Terrenos baixos e mais ou menos planos que se encontram junto ás margens dos rios e que durante as cheias ficam submersas.
VEGETAÇÃO
É o conjunto de espécies vegetais que se associam sob condições ambientais idênticas, para se constituírem em florestas (conjunto de indivíduos vegetais com forma de árvore), cambos (conjunto de indivíduos com forma de grama), etc. Estratos Verticais da Vegetação: Herbáceo=>ervas Arbóreo =:> árvores Rasteiro =:> gramíneas Arbustivo => arbustos
VEGETAÇÃO
São as distintas formas de vida vegetal (árvores, arbustos e vegetação herbácea), com suas características específicas, sua distribuição, densidade, etc.
VEGETAÇÃO PRIMÁRIA
: Vegetação que evoluiu sob as condições ambientais reinantes, sem sofrer qualquer interferência do homem.
VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA
Aquela resultante da regeneração das plantas após a destruição ou retirada total da vegetação primária (vegetação original).
VIAGENS DE INCENTIVO
" É uma moderna ferramenta admi-nistrativa usada em campanhas de aumento de produtividade, que oferece viagens como prêmio aos participantes mais bem sucedi- dos em troca do desempenho mostrado na obtenção de melhores resultados. (RICCI & HOLLAND, 1992).
VIDA SELVAGEM
Todos os mamíferos, aves, répteis, anfíbios não domesticados que vivem livres em seu ambiente natural.
VILAS DE FÉRIAS COMERCIAIS - CLUBES DE FÉRIAS
São concebidas como unidades autosuficientes - cabanas, bangalôs, chalés ou quartos de hotel -, mas oferecem, sob uma mesma administração, todas as instalações de um resort planejado. Uma típica relação hóspede/empregado é de 1,0/0,2. A unidade básica de alojamento é um apartamento de duas camas, com a área total e o conforto similares aos encontrados num hotel de duas ou três estrelas. As vilas geralmente fornecem ao redor de 500 a 1.000 leitos. Oferecem espaço junto á natureza, inúmeras possibilidades de diversões, práticas esportivas e recreacionais e facilitação nos contatos entre as pessoas. Pensão completa, cursos, atividades sociais e outras. Costumeiramente considerado como o primeiro hotel/clube de lazer a ser construído, na década de 70, o Club Mediterranée é quase um sinônimo dessa categoria de hospedagem. Atende, especialmente, às necessidades de: a) abandono de si mesmo, oferece uma trégua na vida rotineira e cotidiana - durante o período de férias vivesse sem pressões de qualquer ordem: dinheiro, vestuário, organização do tempo. Não há obrigatoriedade de nenhuma ordem, além de existirem equipes para cuidar das crianças, liberando os pais para participar de atividades propostas pelo clube, desde as sensoriais, como cerâmica ou tecelagem, até cursos de circo, aulas dos mais variados esportes, danças, jogos e competições recreativas; e b) medo do desconhecido - a invenção de viajar pelo sistema de inclusive tour ou forfait encontrou muito sucesso junto a uma clientela que gostaria de ser perfeitamente atendida e tranqüilizada. A fórmula do Club Méd - semanada tout compris (inclusive tour) - inaugura, também, o considerado turismo em "guetos" ou "zoológico ao contrário' -que impede o turista de sair facilmente ao exterior, bem como aos habitantes locais de penetrar em seu interior.
VISITANTES
São pessoas que se deslocam do seu local de residência para realizar viagens curtas para negócios, participar de eventos, lazer, visitar parentes ou a amigos. Caso haja pernoite, já se classifica como turista.
VOCAÇÃO TURÍSTICA DO NÚCLEO RECEPTOR
A demanda por Turismo apresenta ainda uma especificidade própria, consoante às diversas motivações, necessidades e preferências dos turistas pelo principal produto permanente ou eventual, que imprime ao Núcleo Receptor sua vocação turística e seu conseqüente poder de atração, permitindo-lhe uma afluência autodeterminada ou dirigida. Decorrem daí vários tipos de Turismo.
Anterior
1 2 
Próximo
 
Ministério do Turismo - Esplanada dos Ministérios, Bloco "U", 2° e 3° andar- Brasília - DF - Brasil - 70065 - 900